Espaço com expressõs de mentes anônimas e famosas. Aqui você encontra músicas, filmes, poesias, crônicas, pesquisas, frases ou todas elas na mesma postagem. Doses diárias de reflexão para você que tem a sensibilidade de compreender que a vida é uma arte sem fim.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
"Os artistas são as pessoas mais motivadas e corajosas sobre a face da terra. Lidam com mais rejeição num ano do que a maioria das pessoas encara durante toda uma vida. Todos os dias, artistas enfrentam o desafio financeiro de viver um estilo de vida independente, o desrespeito de pessoas que acham que eles deviam ter um emprego a sério e o seu próprio medo de nunca mais ter trabalho. Todos os dias, têm de ignorar a possibilidade de que a visão à qual têm dedicado suas vidas seja apenas um sonho. Com cada obra ou papel, empurram os seus limites, emocionais e físicos, arriscando a crítica e o julgamento, muitos deles a ver outras pessoas da sua idade a alcançar os marcos previsíveis da vida normal - O carro, a família, a casa, o pé-de-meia. Por quê? "Porque os artistas estão dispostos a dar a sua vida inteira por um momento" - Para que aquele verso, aquele riso, aquele gesto, agite a alma do público. Artistas são seres que provaram o néctar da vida naquele momento de cristal quando derramaram o seu espírito criativo e tocaram no coração do outro. Nesse instante, eles estão mais próximos da magia, de Deus e da perfeição do que qualquer um poderia estar. E nos seus corações, sabem que dedicar-se a esse momento vale mil vidas."
- David Ackert - ator
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
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| Reprodução |
Um
antropólogo estava estudando os usos e costumes de uma tribo africana
chamada Ubuntu e, quando terminou seu trabalho, sugeriu uma brincadeira
para as crianças: pôs um cesto muito bonito, cheio de doces embaixo de
uma árvore e propôs às crianças uma corrida. Quem vencesse ganharia o
bonito e delicioso presente. Quando ele disse “já”, todas as crianças se
deram as mãos e saíram correndo em direção ao cesto. Dividiram tudo entre si muito felizes.
O antropólogo ficou surpreso com a atitude das crianças. Elas lhe
explicaram: “Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas
as outras estivessem tristes?” Ele, então, percebeu a essência daquele
povo: não havia competição, mas sim colaboração. Ubuntu significa: “Sou
quem sou, porque somos todos nós!”domingo, 26 de janeiro de 2014
DEIXE A RAIVA SECAR
"Mariana" ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão."
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou?
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro..
Depois fica bem mais fácil resolver tudo."
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha..
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa."
"Não tem problema", disse Mariana, "minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.
sábado, 25 de janeiro de 2014
O CONVITE
Não me interessa o que você faz pra viver. Quero saber o que você
deseja ardentemente, e se você se atreve a sonhar em encontrar os
desejos do seu coração.
Não me interessa quantos anos você tem. Quero saber se você se
arriscaria parecer que é um tolo por amor, por seus sonhos, pela
aventura de estar vivo. Não me interessa que planetas estão em
quadratura com a sua lua. Quero saber se você tocou o centro de sua
própria tristeza, se você se tornou mais aberto por causa das traições
da vida, ou se tornou murcho e fechado por medo das futuras mágoas.
Quero saber se você pode sentar-se com a dor, minha ou sua, sem se
mexer para escondê-la, tentar diminuí-la ou tratá-la. Quero saber se
você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se você pode dançar
loucamente e deixar que o êxtase tome conta de você dos pés à cabeça,
sem a cautela de ser cuidadoso, de ser realista ou de lembrar das
limitações de ser humano.
Não me interessa se a história que você está contando é verdadeira.
Quero saber se você pode desapontar alguém para ser verdadeiro consigo
mesmo; se você pode suportar acusações de traição e não trair sua
própria alma. Quero saber se você pode ser leal, e portanto, confiável.
Quero saber se você pode ver a beleza mesmo quando o que vê não é
bonito, todos os dias, e se você pode buscar a fonte de sua vida em sua
presença. Quero saber se você pode conviver com o fracasso, seu e meu, e
ainda postar-se à beira de um lago e gritar à lua cheia prateada:
“Sim!”.
Não me interessa saber onde mora e quanto dinheiro você tem. Quero
saber se você pode levantar depois de uma noite de tristeza e desespero,
cansado e machucado até os ossos e fazer o que tem que ser feito para
as crianças.
Não me interessa quem você é, como chegou até aqui. Quero saber se
você vai se postar no meio do fogo comigo e não vai se encolher.
Não me interessa onde ou o que ou com quem você estudou. Quero saber o
que o segura por dentro quando tudo o mais fracassa. Quero saber se
você pode ficar só consigo mesmo e se você verdadeiramente gosta da
companhia que tem nos momentos vazios.
Fonte: O Mundo de Gaya
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